Pankeka Show 01×02

Batman está de volta. E ele é o astro principal do nosso segundo episódio dessa primeira temporada piloto. Entrevistamos as pessoas saindo do cinema para saber o que acharam do ponto final da trilogia de Nolan, também mostramos o making of do filme. Ah, preste atenção nos trailers, você se surpreenderá. I’m Batman!!

Ps. A qualidade do vídeo não é lá uma Brastemp, até porque estava com minha Nikon compacta, mas não quis perder a oportunidade.

Ps2. Sei que um pedacinho da intro foi abruptamente cortado, mas você nem perceberá. Também a renderização do After Effects me trollou um pouco e eu to meio granulado, quando der renderizo novamente. Ou não.

Todas as imagens do vídeo são de direito de seus devidos representantes. Batman e universo DC são parte integrante da empresa Warner e o local de entrevista assim como algumas imagens foram realizadas no interior do Shopping Total, no cinema Cineflix.

Comentaí a pergunta do final.

Toma Rumo Guri!!
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LEITURA NERD VI – Sorria!!

Ladies e gentleman, today is a very special day… Is a night of bats. =Pp

Piadas a parte amanhã estréia no circuito nacional o último (será?) filme da saga do Morcegão concebida pelo Nolan. Enquanto amanhã não chega o Leitura Nerd traz especialmente para entrar no clima uma das hq’s mais clássicas do homem-morcego, bem como do reino das historinhas ilustradas.

A Piada Mortal – Graphic Novels #5 – Setembro 1988
 DC Comics – EditoraAbril
Alan Moore e Brian Bolland 




Como disse mais acima é uma das histórias mais cult do Batman e junto com O Cavaleiro das Trevas ocupa a posição de obra-prima do universo dos super-heróis (em questão de roteiro) e claro, elevam o Coringa (JokeR) a uma posição admirável a um vilão, a de o mesmo lado da moeda: Loucura e Sanidade. Apesar de todos os créditos sempre irem para o sr. Moore (que é meticuloso nos seus scripts, é verdade), muito da obra há de se creditar aos desenhos de Brian Bolland que faz aquele velho palhaço bufão dar medo diante de seu olhar totalmente insano. A história do vilão que usa pasta d’água é recontada, mas o que muitos não prestam atenção é que o próprio Joker comenta para si mesmo que aquele passado pode ser verdadeiro ou não, tudo depende do dia e de seu humor, e que olhar para o passado é totalmente desagradável. Nisso o Coringa do Nolan é parecido, e só. Hei de confessar que não concordo com quem diga que é a versão definitiva do palhaço insandecido. Nesse passado mostrado o vilão mais (fatalmente) engraçado dos quadrinhos tinha uma esposa e um filho a caminho e desesperado com a vida que podia dar a seus amados resolve se meter em um trambique, não um crime, mas um trambique mesmo sendo usado de marionete. Porém a roda do destino virou e sua esposa (que amava ele muito) foi pro beleléu o que junto com o “acidente” girou a manivela da doidice naquela cachola de minhoca. E é nisso que Alan Moore apostou suas fichas, que o que transformou o Coringa em um psicopata foi um dia ruim, algo que pode acontecer a qualquer um: Aconteceu com o Batman, aconteceu com o Comissário Gordon, aconteceu com a Bárbara Gordon… Enfim, é nessa relação Joker/Batman que as luzes dos holofotes são lançadas mostrando uma tentativa de ambas as partes de mostrar o que os motivas e que isso tudo vai matar a ambos. E claro, aquilo que todo fã do Batman sabe… que o Batman é tão louco, ou quem sabe mais, que o seu pior inimigo.

Só um comentário – Ou mais -, o Batmóvel nunca esteve tão feio (parece um Denguemóvel), existe a velha dúvida que é debate por muitos se Bárbara foi ou não abusada e a foto mais queima filme do “natal na casa do Batimá” com direito a Batgirl e Batwoman, haha.

Comics

#1 – Hulk #38 – 90
#2 – O Homem Aranha #146 – 87
#3 A Piada Mortal – Graphic Novels #5- 86
#4 O Homem-Aranha #3 – 82
#5 –  Grandes Encontros Marvel & DC #3Batman vs O incrível Hulk – 75
#6 – Dylan Dog #12 – 72

Mangás

#1 – Yu Yu Hakushô #1 – 94

 

E agora eu vou contar uma piada que eu lembrei…

Toma Rumo Guri!!

SDMQ – Coelhos na Casa Branca

Existem gibis com excelente roteiro. Existe gibis com roteiro fraquinho. Existem também gibis com histórias estranhas. Mas nesses anos todos nessa indústria vital o que mais me chama a atenção com certeza são os roteiristas que vão além e conseguem adentrar nos argumentos bizarros. Como essa história insólita de páscoa.

Como se um cara vestindo um traje de aranha não fosse estranho o suficiente…

Toma Rumo Guri!!

Leitura GOSTOSA 1 ∞ – Zumbis e Pernas pra que te quero!

E aí, gente que lê, beleza? (não canso de elogiar esse segmento de leitores)
Estou estreiando aqui uma coluna ainda não fixa, mas que espero que ganhe força e adeptos.
Se trata de dicas de leitura para você que está procurando algo bom pra ler. Difícilmente vou postar livros que atualmente estão no mercado, pois livro é algo que vale a pena comprar (com as exceções daqueles visivelmente superfaturados, esses tem mais é que baixar…) e também porque vou por o link do download aqui no post. Espero que gostem, comentem e se puder cliquem nos ícones no fim de cada post para compartilhar na sua rede social favorita.

O livro de hoje é para aqueles que querem uma leitura descompromissada e amam qualquer coisa ligado ao apocalipse zumbi. Trata-se de uma das maiores referências sobre os mortos-vivos depois dos filmes de Romero, talvez até ultrapassando o mesmo em quesito informacional. Um livro divertido que vale a pena ler.

Para baixá-lo clique AQUI (testado).

Ainda não li todo, mas é sensacional como Max Brooks dá um tom extremamente realista pra publicação. E quem sabe não o seja? Prepare-se!!

Continuem lendo, pequenos gafanhotos!

Toma Rumo Guri!!

Coluna da Lois #9

Saudações!!
Saudades? Eu sim. Nesse semestre que estive fora das… como
se diz mesmo? Ah, sim… páginas das revistas e jornais… tupiniquinhos?… Bem,
estive em meu país natal, o USA. Como is belo voltar a um país de primeiro
mundo e me alimentar bem. Respirar mais bem mesmo que no interior das cidades.
E ver um presidente que no sucumbir a corrupção. No máximo is… como fala
mesmo? Puppet? Ah, sim… Fantoche!
Bem estou de volta, dear friends. É verdade que esquecer um
pouco a língua pátria de vocês, estar um pouco enferrujada, mas nada que não
possa recuperar em um… erm… um… how is… Oh, shit!!
Quando estive em Metrópolis por alguns dias vi um borrão
passar no céu e veio um sentimento pesado que me deu um gosto de cobre na boca,
achei que ia vomitar. Pensei ter superado qualquer coisa a respeito, mas sei
que há um caminho longo a seguir. E o Jorjão? Bem, ele me receber com flores no
aeroporto e dizer que sou a “Coxinha de Rodoviária” dele. Tão bonito, seja lá o
que ele tenha querido dizer. Já me chamou para um tal de “hardanus”, nas
palavras dele… Parece que é um ritmo que estar fazendo sucesso por aqui. O
Google me remeteu a expressão kuduro. Será isso?
O redator chefe da Erribiésse falou que a vaga continua
sendo minha já que minha interina, uma tal de Adriane Galisteu, cometeu um erro
crasso ao falar para o flanelinha do prédio que a vida dele iria mudar quando
tivesse um… son? Ah, filho. Enfim, estou de volta com vocês, meu pobres
flagelados desse país miserento.
Pra baixo e retrospeça! Existe isso? Agora sim…
Beijos da sua amiguinha de sempre, Lois Lane

Coluna Anterior da Lois Lane AQUI.

Continuem
acompanhando a coluna semanal da Lois Lane em terras brazucas num jornal
fictício – Que por coincídencia tem o mesmo nome de um jornal de
verdade do Rio Grande do Sul que tem capas como ESSA,
mas que em momento nenhum me influenciou em nada. Lembrando que isso é
um blog de humor e por isso não deve ser levado muito a sério. Fora
isso para quem não souber, a foto da garota que encarna o papel de Lois
nesses posts é a atriz Amy Adams que está escalada – Pelo diretor?! –
para viver no cinema a mocinha por quem o azulão vive babando. Feito
tal comentários só me resta dizer…

 
Toma Rumo Guri!!

TRG Reviews: Espetacular Homem-Aranha

Vai, teia! É com essa frase do filme antigo que eu começo o
review do filme novo. Como vocês sabem não fazem nem 10 anos que a última  versão do Aracnídeo pulou de prédio em prédio
no grande ecrã, e isso se deve – e aí sim talvez você não saiba – a fase em que
a Marvel estava meio perneta, sem grana, e vendeu o direito de filmagem de
alguns dos seus personagens mais mainstream. Vide X-men, 4 Fantásticos e o
nosso querido Cabeça de Teia. Depois a Disney comprou os marvetes e tudo ficou
em paz, conseguiram dar um up em seus personagens trazendo-os inclusive para o
cinema também com quase total fidelidade, coisa antes impensada por todos.
Enfim, o que eu quero dizer é que um dos 2 símbolos da Marvel estava nas mãos
do “inimigo”, seria necessário recuperá-los. Diz a lenda que existe um contrato
que dá direitos a Sony de total direitos sobre o Homem-Aranha na telona para
sempre, e que esse mesmo direito só voltaria as mãos da Marvel se a Sony
deixasse de fazer um filme – qualquer, só levar o nome e ter elementos – por X
anos, e esse x sempre foi motivo de especulações, há quem diga 5 anos, mas
outros dizem mais ou menos. Ficamos com esse número por hora. Bem, tudo isso
pra explicar o porquê de a Sony rebootar a saga do Amigo da Vizinhança sendo
que há menos de 4 anos estávamos vendo um filme que ficou cheio de lacunas,
aliás, vocês não estão cansados disso? Filmes, séries e desenhos que vão pro
saco e ninguém faz um puta final? Outro dia falamos disso…
Fato é que existia “uma trilogia” e que estavam programados
6 filmes – Aquela velha história de programar as coisas sem saber se tem
material pra tanto ou se vai ser muito pequeno, somente pensando com o bolso -,
e de repente a Sony resolveu reiniar do zero a saga, o tal “rebuti”, haha. Bem,
não foi tão de repente, apesar dos filmes até terem uma certa exposição boa no
início – o que é natural, já que era o primeiro filme de verdade do Teioso -,
porém a crítica caiu em cima da terceira película e os fãs chacotiaram legal a
empresa, o diretor Sam Raimi e até o emo Tobey Macguire, que Sabe se lá porque
todo mundo encucou que era o Peter perfeito. Nem, povo que passa fome acha tudo
um manjar. A Sony ainda pensou em continuar e provavelmente seria o mesmo
vilão, mas as coisas acabaram seguindo o rumo que vocês imaginam. Um
assassinatos de estereótipos, eu diria.
O que eu penso da saga antiga? Não era boa, não. Aliás, era
um filme bem Sessão da Tarde onde seus sentidos de aranha gritavam loucamente
com o Duende super sentai (Cybercops, capicci?), Peter Parker emo, Homem-Aranha
sem senso de humor e o pior: Uma Mary Jane que não é gostosa. PQP. Tinha coisas
boas, alguns personagens como Jameson era cuspido e escatarado, eram action
figures reais praticamente. Porém não acho que seja um pecado abortar a
franquia antiga. E se a antiga era Sessão da Tarde, a nova até que é uma Tela
Quente daqueles dias não tão legais, ainda assim… Não é uma Brastemp.
 Primeira coisa: Eu estava de má vontade com esse filme.
Admito, só fui ver porque queria ir no cinema mesmo. Porém eu sou muito fã do
Aracnídeo, e quando pisei aquele carpete macio do Cineflix (Ca$Sh!!) comendo
minha pipoquinha amenteigada torci, e torci bastante para que o Escalador de
Parede fosse bem adaptado. Mas será que foi?
O início do filme te joga um Peter Parker criança sendo
abandonado por seus pais. O motivo? Não sabemos. Ele passa então a viver com
seu tio Bem  e com sua tia May que lhe
mimam e ao meu ver o tornam um garoto mimado e tarado (guardando fotos da Gwen
no PC). O Peter Parker dessa nova franquia me pareceu inconsistente demais,
muito chorão e rebelde (sim, gravata na cabeça). Pô, ele me lembrou muito o
Batman que chora (internamente) pelos pais, só que o Peter Parker tem
excelentes tios que cobrem muito bem a afeição paterna. Porém ele prefere
entrar numa autocomiseração tremenda. Então ao achar o material de estudo
genético do pai e apanhar do Flash bastante, sem falar em conhecer a doce Gwen,
ele resolve que vai resolver a equação que seu pai deixou consertando o
algoritmo do decaimento sabe se lá porquê e para quê. Me lembrou muito a
primeira HQ que o Lagarto aparece e que a fórmula para funcionar era só ficar
verde, haha. Enfim, continuemos… Ah, faltou dizer que agora Peter Parker anda
de skate e ouve Charlie Brown, huhu… Mas isso é parte da “adolescentização”
dele, suponho. Agora sim, prosseguimos…
Disposto a saber mais sobre o misterioso pai (a mãe dele ele
ta nem aí) o jovem Peter passa a espreitar a vida do dr. Connors e logo
consegue uma amizade por força de velhos laço. Ao mesmo tempo o nome Osborn aparece
como um sujeito invisível atrás de um leão de chácara que pretende achar a cura
para algum de seus problemas. Será a globulina
verde? Huhu…
Ao visitar o laboratório de Connors, Peter Parker novamente
é picado por uma aranha mutagênica (digo isso porque já vimos isso demais) e
passa por um processo lento de adaptação até que ele resolve utilizar seus
poderes para “ajudar as pessoas” diz o filme, mas no inpício é puramente uma
caçada punitiva. E então começa a jornada do nosso herói em busca de redenção
pela morte do tio e em descobrir o que fazer com seus grandes poderes.
Dito tudo isso vamos as observações que gostaria de abordar
aqui: O filme não é chato, é até legal. Porém muito cheio de erros que tiram
qualquer um do clima, e não digo só os nerds que gostam de nerdologia. Não! A
paixão pela Gwen é repentina pelos dois lados e forte demais pra que mal se
conheceu, a máquina de vapor é um artifício tão batido que quando você vê ela
no início do filme sabe no que vai dar aquilo, o Peter Parker continua chorão
como nos velhos filmes e o bom humor que todo mundo estava elogiando nesse novo
Aranha não é assim tão boa, só funciona na sua primeira captura de bandidos. O
Lagarto não convence nem como Connors, nem como o vilão escamoso e os efeitos
especiais ficaram devendo, CG muito “marrommenos”. É engraçado como o Connors
monta seu laboratório no hall do esgoto. Como foi que ele levou tudo aquilo pra
lá? huhu… Esse vilão não convence muito nem nos quadrinhos…
Seja como for o filme tem algumas cenas engraçadas, uma
história bonita e dois atores que se destacam: O tio Ben (pai do Charlie Sheen,
huhu) que mesmo sem a frase marcante da série e mais vitimizado consegue ganhar
bastante destaque e a Gwen que como gatinha musa do filme consegue cumprir seu
papel. Tia May não fez feio, mas ficou tão diferente do contexto, uma cara
sofrida e jovem para sua idade… O Garfield fez sua parte sem nenhuma atuação
brilhante. O herói em si ficou meio apagado e muita gnete reclamou da fobia de
tirar a máscara, mas como já havia comentado antes isso é mal de todo filme de
herói e pelo menos em uma das cenas a situação foi bem aproveitada. O pior
personagem desenvolvido para mim foi o Capitão Stacey que não tinha nada a ver
com os quadrinhos, sua atuação era forçada e ele descobre o alter-ego do Aranha
através da força bruta, não da observação inteligente. Aliás, como deixaram ele
virar Capitão com aquela falta de controle emocional? E no final, que não vou
contar, há uma mudança brusca. E pra quem tava cheio do (1/2spoiler) Peter
choroso que não pode ficar nunca com sua amada vai cair no deja-vu de sempre,
embora com um alento de esperança que vai de interpretação, então assistam e
concluam por vocês mesmo.
A cena pós crédito é confusa e ridícula e gostaria de
salientar uma última coisa: Eu durante o filme fiquei pensando se o tio Stan
Lee daria as caras, até torcendo para que não já que a proposta era se
reinventar, mas foi uma aparição muito engraçada que valeu a pena manter essa
tradição dos velhos filmes. 
 Por fim então digo que é com certeza melhor que os filmes
antigos, mas que não se compara com qualquer blockbuster da própria Marvel. O
filme tem erros grosseiros para fãs e para pessoas que gostam de cinema
ocasional, tem muitos personagens fracos e um roteiro um tanto quanto perdido.
Porém como há de se pensar que é feito para a nossa população teen sedentos por
Drake & Josh, o filme é como dito no início: Uma boa sessão Tela Quente de
meio de ano, sem grandes lançamentos. Nada que um dia chegará aos pés da magnífica
obra para TV Spetacular Spideman cujo tempo de vida foi penosamente
interrompido. Aquilo sim era uma série do Aranha. 
 Enfim… Vai, Teia!!
ps. Lembrei que um dos posts mais acessados de todos os tempos foi o pornozão do Homem-Aranha que pode ser visto AQUI. +18 Aguardem um review do XXX Spider-man, haha.
Toma Rumo Guri!!

Leitura Nerd V – Será que o Lagarto Mama?

E aí, galera que gosta de ler, belezura? Voltamos com o Leitura Nerd, seu passaporte gratuíto para a nostalgia. Aproveite enquanto o prefeito não pode sancionar taxa nisso.

Aproveitando o filme do teioso que está no grande Ecrã, resolvi ler um dos gibis mais antigos que tenho e preparar terreno para o review de amanhã sobre o Espetacular Homem-Aranha x o Lagarto.

Eis os dados da edição:

O Homem-Aranha #3 – 1972
Marvel Comics – Editora Bloch

Remontando as primordiais aventuras do amigo da vizinhança, essa edição nos mostra o primeiro encontro com o Lagarto. O legal é que o vilão não está assombrando os becos de Nova Yorque, mas sim está chafurdando e colocando medo nos coronéis da Florida. O aracnídeo é desafiado pelo Clarim a enfrentar o réptil e se propõe a viajar até os distantes brejos para enfrentar esse novo inimigo. O engraçado e interessante é que todo o estereótipo do Cabeça de Teia está presente desde as mais antigas histórias dele, sendo somente aperfeiçoada com o tempo. Tudo está lá: O bom humor durante a ação (melhor que a do filme), Parker apanhando de todos os lados da vida e a pindaíba que todos nos identificamos com o nosso protagonista. É engraçado que para haver o embate o aracnídeo tem que incentivar o Jameson a bancar sua passagem aérea como repórter do Clarim, como seu alter-ego, é claro. Conhecemos então o dr. Connors já transtornado e na pele verde e escamosa do Lagarto em ação e só depois conhecemos sua história e sua família. Aliás isso é algo que não consta no filme, um background mais embasado para o cientista, ele nem família tem. Pelo menos não aparece. O Lagarto como vilão não é lá essas coisas embora seja um dos poucos que em habilidades manuais seja páreo pro Homem-Aranha. Seja como for, é sempre o velho chavão “vou transformar todo mundo em réptil”. Mas é bom ver um dos poucos vilões que sempre tem sua redenção, e o vemos com aquela velha fórmula de quando o escalador de parede mais querido dos USA usa seus conhecimentos biológicos e faz um antídoto pra trazer Connors para junto de sua família. Chavão ou não, essa era a primeira história e é inspiradora pra muitas outras que viriam, o cientista inclusive tem papel importante em outros eventos do herói como Guerras Secretas. Bem legal. Minha nota para esse clássico dos quadrinhos é nota 82. Gostei e vale a pena uma leitura descontraída para ver como tudo começou… Para a família Connors, haha. Vamos ao ranking:

Comics

 #1 – Hulk #38 – 90
#2 – O Homem Aranha #146 – 87
#3 –  Grandes Encontros Marvel & DC #3Batman vs O incrível Hulk – 75
#4 – Dylan Dog #12 – 72

Mangás

#1 – Yu Yu Hakushô #1 – 94 

E agora me digam: Será que o lagarto mama? Hauahuahuhahua.

Toma Rumo Guri!!

Magic Piano: Viciante Pra Baralho

   Qualé, gurizada bonita!! Tá, devo tá biruta. Estou de férias e dentre tanta curtição, praia, sol, céu azul, venho aqui compartilhar com vocês minha experiência com um dos aplicativos mais fodões que já saíram pra Android. Não, não estou falando do Downloader do Red Tube, que sei bem, vocês devem fazer um bom uso. To falando do maravilhoso, o viciante Magic Piano!!
   Desenvolvido pela Smule, o app já existia para iPhones e iPads, lógico que pago. Esse ano, se não me engano lá pra maio ou junho ele saiu pra nós, usuários do Droidinho. No que consiste a bagaça? Apenas tocar piano. Tá, Bezerrinha, eu sou uma naba no piano. E daí, meu caro, eu também sou. Aliás, em qualquer droga de instrumento, esse talento ficou todo pro Guri. Como tu vai tocar piano sem agredir os ouvidos de ninguém? Simples, basta seguir os feixes de luz que vão aparecendo na tela, eles controlam as notas musicais. Tem os níveis Normal e Fácil, além do Automático, tu ganha pontos, pode compartilhar nas tuas redes sociais, e ganhar Smula. Bem, o que seria esse troço? Créditos pra comprar músicas, porque apenas algumas são de graça. E temos uma grande variedade de músicas, que está em mais de 200 no momento, e é atualizado toda semana, gentem. Entre clássicos como Mozart e Chopin, temos também músicas de games, Lady Gaga, Maroon Five, Britney Spears, e até mesmo JustEn. Essas músicas não são nada baratas, então tu tem que mandar muito bem pra ter nota na casaca e comprá-las.
   O aplicativo teve crítica bem positiva até agora e funciona super bem com o Android a partir do 2.2. Então, se tu tiveres, é só correr pro abraço. Eu não tive nada de ruim pra falar dele, porque o negócio é realmente muito bom, viciante e me conquistou. Agora vou me dedicar um pouco aos novos apps da Smule, que sairam recentemente e nas próximas semanas conto tudinho pra vocês. Beijos!

Silent Hill 1 Zerado. Ufa!!

Só pra ficar registrado com essa imagem, virei (zerei, dependendo da região do globo que você se encontra) Silent Hill 1. Deu trabalho e um pouquinho de medo, e foi foda quando um bug quase botou tudo a perder, mas restaurei um savepoint e deu tudo certo. Final good +.

Só fico decepcionado que o Harry não tenha dado um tapa na boneca na Lisa.
Pra ti, enfermeira zumbi.

Bom, pega na coxinha da oficial, então…

Toma Rumo Guri!! (sem medo do escuro…)

SDMQ – Gatos e Tentáculos

A coluna de hoje foi fácil. Estava conversando com uma amiga do Facebook e ela mencionou a existencia de, pasmem vocês, Batman Mangá (SIC, ou ECA nesse caso…). Eu fui dar uma olhada no Google imagens já imaginando tentáculos por todas as páginas e me deparo com a Mulher-Gato nessa cena:

Agora me diz… É maldade nossa? Hauhauaha. Santa malicia japonesa, Batman!!

Ps. Sei que provavelmente esse não é o mangá, haha.

Toma Rumo Guri!!