Papo Nerd 5 – Fim de Lost, de Tomb Raider e da babaquice do dia da toalha…

E aí jovens. Tudo em riba? I hope so…

Essa semana teve bastante coisa no corrido dia a dia de um cara que tenta manter seu site o mais divertido e ideocrático mesmo nas atribuladas barreiras temporística do dia a dia, huhu…

Em suma… Foi uma semana difícil porque a minha peguete em tempo integral ficou doentinha. Porém tudo certo, ela está bem e eu posso lhes contar coisas boas para esse domingo, início de semana e fim de outra.

Finalmente terminei Tomb Raider, o novo. Vai rolar um review, e peço desculpas pois lhes devo bastante deles, mas já posso dar uma prévia do que achei: Excelente! Poucos jogos conseguem a diversão desse jogo e praticamente nenhum, com exceções homéricas, tende a originalidade e fuga da enfadice (de enfadonho, saca? =Pp) como o poessoal da Square Enix conseguiu para esse game. Pena que ela está mal das pernas e possivelmente não vejamos uma sequência. Mas enfim, chega disso que o review será o lugar para apontar os erros e acertos.

Posso contar-lhes um segredo? Ontem ( e início de madrugada de hoje) quase três anos do último episódio exibido assisti Lost, o episódio The End. O fim da grand season. E foi bem legal. Assistia na época que passava, mas a última temporada por um querer do destino ficou para trás. E olha que eu era daqueles que baixava logo que saíam e gostava dos debates. Enfim, quis o destino que vísse com a Mah e foi bem legal. Assistimos tudo desde o início e foi bom rever os velhos amigos. E também me despedir deles. O final? Bem, não é tão ruim quanto falam, mas podia ter sido melhor. Eu com certeza faria melhor, huhu. Podiam ter feito algo de universos paralelos, física quântica e eletromagnetismo, mas decidiram pela simplicidade. Enfim (2) muitos mistérios pra trás até torna tudo mais divertido com exceção de alguns furos. Mas com certeza é a série dos anos 2000 que mais teve impacto e com certeza marcou sua época. Sentirei saudades de James Ford, Kate, Desmond, Hugo, Jack, Ben e companhia. Vincent! Haha, bem, até uma próxima, Losties. É sempre difícil dizer adeus para bons amigos, seja em jogos ou em boas séries. Aliás eu fiz uma temporada inteira comentada, mas víamos muito mais do que conseguia escrever detalhadamente, agora não sei se continuo essa coluna. Veremos, mas deixem vossa opinião.

Aliás como eu falei no assunto anterior fisica quântica tem muito a ver com universos paralelos. Separei um documentário da inglesa BBC (Ótimos programas) sobre o assunto. Aliás a luz no centro da ilha podia muito bem ser Fótons vindo de uma dose maciça de eletromagnetismo o qual daria os poderes da ilha. Mas pensem também que muito mais plausível outros universos pra série do que o xalalá que virou. Enfim… Taí o vídeo:

Por último, e sim menos importante, queria fazer um desabafo: Essa semana teve a semana do dia nerd, dia da toalha e o escambal. Beleza, é um dia de alegria pros fãs de cultura pop, afinal é aniversário do Douglas Adams, mesmo que póstumo. Mas galera, tá virando babaquice. O aniversário do cara é legal de lembrar, agora fazer todo santo ano flash mob só pra ganhar coisas na blogosfera, se dizer nerd porque levou a toalha de rosto de seu pai para a escola ou parecer um retardado no Face não é orgulho, é vergonha. Como bons nerds que dizem que são tentem não ser instrumentos de manipulação dos grandes blogueiros e comemorem lendo o livro, postando um pedaço da obra no seu Face ou em última instância produza um conteúdo original e diga: EU TENHO ORGULHO DE SER NERD PORQUE EU SOU NERD! Tá bom, gafanhotos? Então tá padawans, tudo certo.

Uma boa semana a todos.

Toma Rumo Guri!!

Leitura Nerd IX – O mais rápido do mundo

Fala, nerdaiada. Como estão de saúde? Ah, vai saber, né…

Hoje trago-vos uma história pra lá de rápida. Não, não estou me referindo ao guia ilustrado do Nissin Miojo, estou falando da Corrida do Século: Super-homem X Flash. Bem, vamos aos dados técnicos da disputa antes de mais nada.

Super-Homem 98
Editora Abril

Apesar de como ficou conhecida o nome original da história é Maratona de Heróis e conta a empreitada de Mxyzptlk de novamente tentar vencer o azulão. Eu sinceramente tenho um problema com a credibilidade desse vilão. Apesar de na minha infância amar quando ele aparecia e ver milhares de vezes o Clark chutar a bunda desse duende para a 5ª dimensão quando amadureci das idéias vi que era algo muito bizarro um “carinha” com poderes ilimitados sempre perder pra alguém que por mais que fosse bombado nos seus poderes não seria páreo para um segundo de luta contra esse ser extra-dimensional. Um sopro mandaria o Homem de Aço para Saturno. Enfim, esqueçam isso… E lembrem-se das inumeras discussões nerds entre vocês e seus amiguinhos de escola e de prédio de quem venceria um racha: Superman ou o “The” Flash. Pois bem, isso já aconteceu bastante vezes pra alegria dos leitores e dos editores que embolsaram nosso dinheiro com um artifício tão barato: Um crossover.
Seja como seja a história é bem legal, divertida e na sua maioria bem embasada no universo da DC. Digo isso porque infelizmente tudo sempre depende da vontade dos roteiristas e não de um estudo baseado no histórico ou nos poderes reais de cada um, então vence o mais querido ou o que servir para a carapuça do momento. Mas não vou discutir nesse momento quem ganharia até porque isso é assunto de uma outra coluna do TRG.

Flash tenta deter as arruaças de Mxyzptlk enquanto vemos o Clark Kent trabalhando para uma revista fora do Planeta Diário. Quando o Super chega para tentar deter o duende infantil é deparado com a idéia genial do ser extra-dimensional de por os dois heróis mais rapidos do mundo (pô, o Sonic não consegue alcançar nem o Robotinik a pé…) para uma corrida mundial. Digo mundial porque o trajeto é uma volta na Terra. E isso é uma falha, pois apesar de não lembrar de ver Kal-El dando uma volta no globo a pé, recordo do Flash fazer isso com um pé nas costas. E mesmo o Azulão creio que não ficaria tão cansado como ficou. Bem, o Flash, que na história é o Wally, o mais foda dos Flashs, está tentando deter o inimigo comum com o Kryptoniano todo humilde e tal e o Homem de Aço desmerece o Vermelhão dizendo que ele não seria páreo para ele, que não era o Barry Allen e ainda chamou de Flash Kid na cara. Na cara!! Haha, daí sim o brio do rapidinho fez ele topar a corrida.
No nível diversão a HQ não tem do que se queixar. Realmente é uma competição que os roteiristas conseguiram dar um ar de “Puxa não posso perder isso”, que aliás na própria história acontece por parte de todos, até mesmo outros heróis. Só não entendi o porquê do Batman na capa, haha. Do ponto de vista mais técnico como disse respeita o universo construido dentro do mundo DC. Gosto do Wally comendo pra caramba pra compensar a energia gasta e o Super rejeitando-a , pois realmente ele não precisa. Só a explicação de o porquê o ar não arrebentar com o Flash pelo atrito ficou meio esquisito: Uma “aura” protege ele, huhu. Muito imbecil. Enfim…

A corrida é cheio de percalços, pois o vilão não pretende deixar tudo por isso mesmo e ser apenas uma corrida. Ele enche de obstáculos e ele mesmo se põe como dificultador pessoalmente no meio do caminho. Os dialógos são cheios de gírias como “você bebeu ou cheirou cola” e “negadinha” o que torna a trama mais próxima da realidade. O Flash em grandes alturas sofre um atraso pelo ar rarefeito e provavelmente atrasou em muitos momentos pela energia dos alimentos diminuindo. Já o Azulão tira apenas energia dos raios do nosso sol então não era pra enfraquecer por cansaço. O que atrasa e muito ele é cair num velho truque do Papaléguas: Um túnel falso. Pois é. Bem, no final [SPOILER: A PARTIR DAQUI SÓ LEIA SE QUISER SABER O FINAL: SPOILER] o Flash ganha por um mamilo praticamente tornando tudo muito polêmico realmente. Pelo menos o velho e conhecido Empate não deu as caras. O final é bobo e o  Mxyzptlk vai pra casa de uma maneira mais idiota do que dizer seu próprio nome pra trás. Sim, é possível, acredite. Seja como for a história é muito legal e vale muito a pena ser lida.

Nota:85

Nossa lista então fica assim:

Comics

#1 – Hulk #38 – 90
#2 – O Homem Aranha #146 – 87
#3 A Piada Mortal – Graphic Novels #5- 86
#4 Super-Homem #9885
#5 O Homem-Aranha #3 – 82
#6 –  Grandes Encontros Marvel & DC #3Batman vs O incrível Hulk – 75
#7 – Dylan Dog #12 – 72

Mangás

#1 – Yu Yu Hakushô #1 – 94 
#2 – Death Note – One Shot – 79
Livros

#1 – Zona Morta – Stephen King – 95

Bem, espero que tenham gostado. E repito: O que o Batman está fazendo na capa!!!? hahaha.

Toma Rumo Guri!!

SDMQ – Punho de… Ferro? (Sacou a referência? =Pp)

E aí, pessoal, beleuza de Creuza? Por aqui também…
Gostaram de Iron-man 3? Preparem-se para um bom review como sempre. E pra comemorar o terceiro filme do mocinho calhorda o SDMQ dessa semana é sobre o nosso querido Tony Stark. Mais querido para as garotas. E não é que o Tony dos anos 80 cunhou uma categoria de filme pornoráfico? Ahãm, olha aí…

Esse negócio de Fist (punho), só podia vir mesmo de duas pessoas: Ou Tony Stark ou Charlie Sheen, hauhuahauahuaa.

Toma Rumo Guri!!

Pankeka Show 01×04 – Show de Despedida do Kiko

Uéééééééééinnnn… É a ambulância, seus bestas. =Pp

É difícil não rir. Também o é não chorar. Inumeras gerações cresceram com eles. As novas que chegam ainda estão sobre o encantamento deles, graças a Deus, me fazendo acreditar ainda na humanidade. Sim, em um mundo cruel e inóspito onde o funk impera e não é errado crianças vendo imundícias por aí e achando bonito. Sim, ainda dá pra acreditar que o mundo é um lugar bonito quando vejo um amigo, sobrinho ou o que for assistindo Chaves. Alguns dizem que é violento, outros que é tosco em demasia. Eu digo que é engraçado e desperta o melhor em nós. É uma mensagem bonita envolta em um humor que mescla altas doses de inteligência com cenas pastelão. Enfim, ainda vejo Chaves e Chapolin até hoje e tirando o mérito em si ainda sobra um puta programa engraçado. Cresci eu também sob os bordões do pessoal da vila do sr. Barriga e como as frases saidas da cabeça do Roberto Bolaños adentraram em minha mente e passaram a serem minhas também jamais saberei explicar. Rio e muito.
E lembro uma vez de ter conversado com a @bezer_rinha justamente uma coisa que todos deviam pensar ao assistir Chavo del 8: “Poxa, sabe o que seria um sonho? Tirar uma foto com esses caras que fizeram parte de nossas infâncias, vidas… Mas isso seria algo impossível, hehe…”. E não é que eu realizei isso? Tirei uma foto com o rei, tesouro, coração, carinho… Loteria!! Haha, sim, com o Kiko, Kiko, rá, rá e rá… Não há nada como realizar um sonho.
Carlos Vilagran fez a despedida de seu personagem no Brasil e fez uma festa linda de se ver. O show em si foi muito bom, mas mais por causa dos meus olhos de criança que retornavam e viam aquela figura que sempre foi protegida e afastada da minha realidade pela película de vidro do ecrã, mas que agora viam o o bochecha de mamão macho muito perto, suficiente para gritar algo e ele sorrir anuindo o elogio. Da minha parte encontrei ele muitas vezes na quinta e sábado. No aeroporto, na prefeitura (falei até com o vice prefeito), no hotel onde um grupo se infiltrou e tirou a foto mais legal ever que poderiamos ter, pegando ele no colo (um dia conto a história completa desse dia épico)… No próprio show dele, enfim, foi o máximo conhecer o Kiko. Nas vezes que vi ele e cumprimentei, abracei e sorri sempre só saiam de minha boca as palavras “Obrigado, muito obrigado Kiko”, no aeroporto saiu até um “please”, haha. Enfim, to com muito sono, o vídeo em full HD demorou muito, mas fiz questão de compartilhar ainda nesse dominfgo último dia do artista no Brasil. Espero que gostem de mais esse episódio do Pankeka Show e que se divirtam, pois eu… Me diverti demais! Imagina quando eu ganhar minha bola quadrada…

Desculpem qualquer erro, mas acordo muito cedo e to babando aqui já… Mas não tanto quato babei e me tornei criança outra vez como com o Carlos Vilagran. Enfim, dias épicos ainda existem. E é pra isso que serve o Pankeka Show. Continuem nos acompanhando. Não é algo que se diga nossa que grande site, mas é, mas é… Huhu…
TOMA RUMO GURI!!