SGDMQ – Tony X Bruce

Galera medonha. Oi. Hauhauahauha.

Pois então, eu to pensando em dar um hack na coluna SGDMQ e colocar tirinhas que avacalhem com os nossos heróis das bandas desenhadas e não somente dos quadrinhos oficialmente ditos originais. Espero que possa ser uma boa aposta, caso hajam criticas peço que coloquem no traseiro da Sue Richards, haha.

Então… Fansboys vão se degladiar até a morte, mas quem vocês acham que venceria uma partida de Xadrez? Tony Stark ou Bruce Wayne? Han?

Bruce W: Quer uma dica, Stark?
Tony S: Nem, estou tentando fazer que quando eu lhe vença as peças formem as letras de meu nome.

Eu apostaria no Tony, e vocês?

Toma Rumo Guri!!

Pankeka Games #03 – Tomb Raider

Oláááááá, Enfermeira!! Estamos de volta com mais um gameplay do TRG e hoje vamos adentrar (ui) na gracinha da Lara Croft. Vamos explorar o que veio de novo nessa renovação da franquia Tomb Raider e ver se vale a pena ou não jogar/comprar/viciar. Ready?Aperta Start!

Review Escrito:
A Square Enix arriscou, mas não tinha atualmente um comparativo que lhe trouxesse medo, afinal Lara Croft estava afundada no escusado depois de inúmeros jogos de bosta da franquia Tomb Raider. A série original que ganhou força no finado playstation 1 e nos PC na época em que as pessoas achavam polígonos gostosos (!) vinha perdendo audiência a cada edição do jogo e só se mantinha graças ao carinho dos fãs da exploradora gatinha e a fidelidade dos nerds onanistas que jogo após jogo continuavam a lançar Larinha na piscina para ver ela arquejar as pernotas.
Porém tudo mudou com um trailer matador na E3 do ano passado. O mundo gamer entrou em polvorosa com os gráficos, com a história e com os gritos histéricos de Lara. Um receio de um gameplay que não acompanhasse as cutscenes rolaram, mas se liquefizeram quando o jogo veio  a público para jogo de fato. E que jogo! A repaginada que a série e a garota ganharam foi da hora a vida mano, como diria alguns poetas dos tempos de hoje…
A história.
Lara Croft ainda não é casca-grossa e nem chama o Alexandre Frota de bichinha, mas em um acidente na expedição dela e de seus amigos vão parar em uma ilha onde lendas mais antigas que a Dercy Gonçalves trazem males inexplicáveis. Baseado em uma lenda oriental o jogo conta como uma antiga divindade tenta renascer através de uma das amigas de Croft e como um padre maluco tenta libertar seus poderes. 
Diversidade.
A Square acertou em cheio em fazer um jogo com quests e jogatinas diferenciadas não deixando nunca o game cair em uma rotina entediante. São muitas explosões, saltos e batalhas, além de incrementos de armas e roupas. Existem muitas câmeras de jogo e raramente existe algum puzzle que lhe fará travar no caminho. Você tem pelo menos 4 armamentos, aí inclusos Arco e flecha, que inclusive podem ser incendiadas para maior dano. Tente um head shot!
Gráficos.
O jogo é muito bonito e não descuida nem personagens, nem cenários sendo que algumas vezes você será tentado a sentar ao pé de uma fogueira e ver o sol se pôr. Efeitos de água e fogo são muito bem feitos. Quanto ao design de Larinha eu só posso tirar o chapéu, pois eles humanizaram a garota chapa quente, huhu. Ela está real, até os peitões dela deram uma murchada para parecer aquela guria que você vê na rua. é, nem tudo é perfeito. Mas o jogo, sim. 
Realidade.
Você morre se cair de uma altura considerável, morre se afogar-se, bater em pedra, levar saraivada de tiros, votar no Maluf… Ops, isso acho que ainda não, kkkkk. E algumas sprites aumentam esse efeito de mundão quando a Lara se machuca ou sente frio, é um belo trabalho.
Dificuldade. 
Não achei difícil, o hard mesmo é você querer terminar e dizer tchau para o game. Seja como for, não tem puzzles que lhe impeçam de ir em frente por mais de 2 minutos.
Diversão. 
Me recuso a falar disso, hauhauahua. Vamos aos críterios então:
Gráficos – 8,9
Som – 7
Jogabilidade – 8
Diversão – 9,3
Repetição – 8
Bom, eras isso. Não esqueçam que até domingo sai nossa matéria sobre a Comic-Con RS. Aguardem.
Toma Rumo Guri!!