Isolados

Antes de mais nada um aviso: Essa é uma resenha sobre um filme NACIONAL. Isso mesmo, N-A-C-I-O-Nal =Pp
É engraçado falar isso já que por mais que surjam uma ou outra pessoa defendendo a 7ª arte brasileira a maioria das pessoas já torce mesmo o nariz para produções tupiniquins, mas o fato é que quando eu pedi o ingresso para esse filme o atendente do cinema fez essa mesma indagação que eu citei. Ele falou: Você sabe que esse filme é nacional, certo? Do tipo “por sua conta e risco”. Eu sabia, fui sabendo do risco que eu corria.

Isolados conta a história de um casal desajustado (ele um psiquiatra, ela uma pintora) que sobem a serra fluminense para ter um tempo de descanso, só que rumores de bandidos violentos tira a paz do médico que em uma extrema e não compreensível babaquice resolve não contar nada para sua parceira. E o filme é praticamente isso. O casal em um frenético modo de sobrevivência. Pelo menos é isso que dá pra falar do filme sem dar um baita spoiler.
Tentando ser justo o filme aborda um caminho diferente do que os projetos brasileiros têm tomado. Ao invés do viés da comédia que sabe-se por que é uma receita fácil de sucesso nos cinemas brazucas, esse filme encabeçado por atores globais aposta em uma trama voltada para o suspense/um pouco de terror o que não é muito comum de se ver nas produções nacionais.

Falando um pouco mais a fundo sobre a trama ela é confusa mesmo e até um pouco mal estruturada. Embora muitas pistas do quebra-cabeça sejam deixadas a mostra durante o decorrer do filme, dá pra notar que as pontas não foram bem amarradas, na verdade há pontas do lençol do roteiro balançando estendido em um temporal de ideias mal captadas. Mas então o filme é ruim? Um pouco. Há um excesso de lirismo talvez tentando dar um ar de filme europeu e se perdendo em imagens estáticas. Uma torneira escorrendo por uns 15 segundos explica o que quero ilustrar. 5 segundos seriam o bastante para dar entender algo, mas o preciosismo acaba tirando esse brilho e tornando-o banal. Outra coisa é que de fato o filme se torna muito maçante em muitos pedaços. Porém o filme consegue trazer uma preocupação pelos personagens, ainda que você não se importe realmente com eles. Não quer que morram já que o perigo parece rondar. É como se despertasse nossa empatia, mas não simpatia. Não morram, espero que saiam vivos, mas rápido, okay? Mais ou menos assim.
Não dá pra entender o problema real da dupla por mais que alguns flashbacks se apresentem. Vcoê parte do zero e assim continua. Também é impossível saber o porquê da personagem do Bruno ser tão extremamente estúpido. Toda idiotice atrai um destino pesado, não dá pra chorar um leite derramado por negligência de fechar a tampa. É esquisito. Você quase acha que eles mereceram estar na situação que estão.
Não gostei também do final que remete a uma das lendas urbanas mais famosas de todas. Pareceu clichê demais. Um caminho fácil para um roteiro pretensioso. Sem querer dar dica, mas esse tipo de plot dá uma sensação de tempo perdido.

Sobre os atores creio que a escolha do Bruno Gagliasso para tal papel não tenha sido acertada, pois por mais que a personagem dele talvez fosse focada em uma certa apatia é difícil distinguir o quanto vemos da tal dita apatia e o quanto realmente é apenas uma interpretação desacertada. Mesmo nas partes de explosões emocionais não conseguiu me convencer de muita coisa. Regiane Alves está mais a vontade no seu papel. Temos inclusive a presença do agora defunto José Wilker, uma boa surpresa para quem achava que não iria mais ver sua interpretação em uma obra inédita. Isso mostra um pouco também o quanto demora para um produto nacional que não é mainstream sair dos rascunhos.
Ao término do filme conversei rapidamente com um casal e um rapaz que comigo eram o público total da sessão. Também falei com um lanterninha que me disse que muitos saem desse filme sentindo-se enganados. Mas o pessoal que assistiu comigo elogiou-o a ponto de dizer que nem parecia produção daqui, não pelos efeitos, mas pelo estilo suspense da história. Fato é que é uma película que causa uma certa confusão nos sentidos e que apesar de um final insosso vai durante o percorrer da sessão lhe trazendo sentimentos antagônicos, mas ao menos vai cumprir sua missão como filme: De alguma forma mexer com você. Para o bem, ou para o mal.

Toma Rumo Guri!!

Cidade Canadense quer Levantar Estátua em Tamanho Real do Wolverine

Três mil canadenses de uma cidadezinha chamada Edmonton da
província de Alberta assinaram uma petição que propõe erguer na prefeitura
(Podendo ser também na câmara ou em uma praça famosa por lá) uma estátua em
tamanho real do mutante com exoesqueleto de adamantium. Os propositores
argumentam que isso irá criar uma atração turística de fãs de um dos
personagens mais populares da Marvel (se não o mais) e ao mesmo tempo é uma
forma de homenagem justa para um dos poucos personagens ficcionais empolgantes
e importantes do Canadá.
Um dos vereadores de Alberta mostrou simpatia pela ideia e disse
ser favorável a tornar viável esse projeto só que, segundo ele, a maneira certa é não envolver o
dinheiro de contribuintes nisso, mas sim fazer uma vaquinha (crowdfunded – vulgo financiamento
coletivo)
para os que apoiarem o que sugere a petição possam tornar isso possível. Isso
mostra como é nítida a diferença no pensamento político (e do próprio cidadão) faz a
diferença em ser ou não um país de primeiro mundo.
Apesar de a origem histórica de Logan ser apenas dita como
canadense em uma série de 2001 feita por Paul Jenkis chamada Origins fez-se a
revelação de que parte do país ao norte do EUA seria o mais desconfiado dos
X-men.
A primeira aparição do baixinho invocado foi na revista do
Incrível Hulk escrita por Len Wein e desenhada pelo Herb Trimpe.  Até hoje muitos fãs do mutante não sabem que
seu nome verdadeiro não é Logan, mas James. Com certeza ele merece uma estátua,
já fez muito mais pelo Canadá do que, por exemplo, JustEEn Bieber e Avril
Lavigne. Vale lembrar que outros lugares já ergueram homenagens parecidas como
Illinois e Detroid para o Super-Homem e para o Robocop respectivamente.

E aí, o que acham? Se quiserem assinar a petição basta
clicar AQUI mas provavelmente precisa ser de lá. Já chegaram aos 3000 e poucos,
faltam ainda uns 97.000 votos, huhu. Mas a gente chega lá. Eu ainda preferia um busto da Viuva-Negra. Tum dum páá. U.u’’

Toma Rumo Guri!!

Maze Runner – Correr ou Morrer

Primeiro livro de James Dashner, escrito em 2007. De início
me pareceu mais um roteiro como tantos que temos visto – Jogos Vorazes (Suzanne
Collins), Divergente (Veronica Roth), 1984 (George Orwell) e tantos outros que ainda
n
ão
tive oportunidade de ler. Livros dist
ópicos que apresentam um padrão
de sociedade, vezes futur
ístico, mas pós apocalíptico
de um evento pol
ítico, da natureza ou algum outro que será
explicado no decorrer de sua leitura.

Admito que esse tema me agrada bastante e, no fim dessa
leitura, j
á comecei a devorar o segundo livro – Prova de Fogo (resenha
dele em breve!).

Sobre o enredo, tudo se inicia quando Thomas, protagonista
dessa est
ória, acorda em um elevador escuro, sem saber como foi parar
ali. Na verdade, ele n
ão sabe de nada, a não
ser seu nome. Imagens de pessoas, seus rostos, seus pap
éis, todos
foram apagados de sua mente. Quando o elevador chega ao seu destino, Thomas se
v
ê
em um local aberto com v
ários garotos a observarem-no. Esses
garotos informam que ele est
á na “Clareira” e, após
perguntas n
ão respondidas de como ele chegou até ali – algo
que nenhum dos garotos parece saber, Thomas come
ça a explorar e entender como funciona
esse local quase paradis
íaco, não fosse o fato dele não
se recordar de quase nada de quem era antes de acordar no elevador escuro, a
que eles intitulam A Caixa. De acordo com os outros habitantes da Clareira, um
menino
é enviado para lá a cada trinta dias.

Uma peculiaridade da Clareira é a existência do Labirinto, que os garotos
acreditam ser a chave para escapar desse lugar. Os muros se movem e o labirinto
muda seus caminhos a cada noite, quando as portas s
ão fechadas.
Ningu
ém se atreve a passar a noite no Labirinto, pois existe um
perigo
à espreita que se intensifica à noite.

Além de todo esse mistério,
ap
ós apenas algumas horas da chegada de Thomas, os garotos
escutam barulhos de movimento vindo da Caixa. Chegando ao local, descobrem a
chegada de mais um integrante
à Clareira, fugindo do intervalo mensal
que j
á acontece há dois anos. Esse novo integrante é,
na verdade, uma garota e ela se encontra em coma.

Levada aos cuidados dos Socorristas da Clareira, a chegada
da garota desencadeia uma s
érie de acontecimentos que vai mudar a
ordem vivida pelos garotos nesses dois anos. O Labirinto come
ça
a funcionar de maneira diferente e os meninos precisam ser r
ápidos
para descobrirem como sobreviver.

Esse livro foi transformado em filme esse ano, levando o
mesmo nome do livro. Ainda n
ão assisti pois como comecei, nessa
semana, a leitura de Prova de Fogo, segundo livro da trilogia, preciso termin
á-lo
primeiro antes de partir para o filme. Algumas fontes* afirmam que o filme tem
grandes spoilers sobre o segundo livro. Eu prefiro n
ão arriscar!
<o>

Encerro aqui dizendo que esse livro vale a pena ser lido. A
composi
ção dos personagens e o desenvolvimento da trama faz com que
voc
ê fique envolvido desde os primeiros capítulos.  Leiam! 🙂

Ronda Rousey declara sua paixão por Pokemon

Eu sinceramente não curto lutas estilo MMA onde dois marmanjões de sunga se esfregam ao estilo Luiza Ambiel nos tempos de glória da Banheira do Gugu, mas uma luta entre mulheres sempre me causa pelo menos uma curiosidade. Talvez em minha cabeça podre eu fique imaginando que em dado momento alguém vá gritar uma invocação “xamamística” e o octágono se transformará em um ringue de lama (ou molho catupiry) e as regras se transformarão em quem sobrar com mais peças de tecido ganha. Brincadeiras a parte, o esporte de embate feminino tem ganhado bastante destaque na mídia. Algumas vezes por polêmicas, outras por belas representantes e ainda há o espaço para cativarem um nicho de público com apelações CDFs.

Ronda Rousey que já vinha sendo musa de muitos nerds pervertidos (redundância) por comentar sobre gostar de Dragon Ball Z a ponto até de usar o macacão dos alunos do Kame recentemente abriu o jogo sobre seu jogo de videogame favorito de todos (eu disse TODOS) os tempos: Pokemon.
Sim, a moçoila inclusive conta que era mirradinha porque esquecia da hora da refeição e passava horas na jogatina maldita apenas com um pacote de bolacha e muito leitinho (sem maldade, huhu…)
Segundo a loira seu primeiro título da franquia foi Pokemon Red e seu primeiro monstro de bolso o Charmander.

Sinceramente acho que ela até gosta mesmo da série, mas que é mais uma daquelas ondas de hypes onde alguém supervaloriza sua simpatia para angariar mais admiradores desse mundo de virgens. Onde já se viu começar com um pokemon de fogo contra o primeiro ginásio? =Pp
Ronda afirma ter em apenas um dos títulos mais de 200 horas de jogo. Isso que ela jogou todos (eu disse TODOS) os lançamentos da franquia, menos os que ela própria caracteriza como “bobagem” referindo-se a jogos como a versão pinball.
Sempre é bom ver grandes nomes expostos na mídia declarando suas paixões por essas criaturinhas e ver que não somos os únicos maníacos abestados retardados fãs desse mundo fantástico.

E aí, quantas bolas teria que usar para vencê-la? =Pp

Toma Rumo Guri!!

Ah, e se você chegou aqui apenas porque é um paraquedista do Google e pesquisou “Lutadora Ronda Rousey nua pelada naked ou ainda nude” só posso dizer que eu agradeço os acessos, kkkkkkk.

Leitura Nerd: O Máscara X Coringa

Coringa Máscara (Joker/Mask)
DC Comics e Dark House
Ano de publicação: 2000.
Para apreciar esse crossover é necessário que você leia essa edição despido de qualquer seriedade como o personagem vivido nas telonas pelo Jim Carrey poderia já demonstrar. Além do estilo caricato da narrativa você tem que estar pronto para ver um personagem que cria situações fora de uma realidade mesmo para as dos quadrinhos. Não que um homem vestido de morcega pulando pelos prédios seja aceitável.
Mas você sabendo fazer essa filtragem poderá apreciar essas 4 historietas como uma rápida leitura descontraída, mas que não adicionará nada em sua vida além de saciar a curiosidade de ver 2 personagens tão diferentes (e ao mesmo tempo tão parecidos) se encontrando em um mesmo mundo convergido em uma Gotham City cartunesca.
O Coringa todos conhecem com propriedade já que a cultura-pop já explorou bastante sua personagem seja em filmes (Tanto o do Burton quanto o do Nolan), desenhos animados e até mesmo aquele visto nos grandiosos jogos da série Arkham. Quadrinhos? Nem preciso falar. O Coringa é um dos poucos casos de vilões tão populares quanto o próprio herói. E olha que ele é inimigo do Batman.
O Máscara já é mais obscuro. Com toda certeza você vai dizer que viu o filme “The Mask” e que sabe tudo sobre o homem da máscara verde. Porém isso é só o começo. A entidade com poderes pan-dimensionais também teve suas origens nos quadrinhos e neles a história não é tão família brasileira quanto deixa transparecer no filme que conta com a presença da Cameron Diaz. Inclusive uma das grandes diferenças da versão em quadros da película é que Stanley Ipkis foi apenas um dos donos do artefato mágico. Sendo assim seria errado dizer que o bancário e o Máscara são as mesmas pessoas. Uma última curiosidade que talvez explique essa revista é que o Máscara foi inspirado no Coringa…
A trama do gibi que conta o encontro dos 2 palhaços de cidades distintas (Gotham e Edge) começa quando o Joker e sua parceira (a gostosa da Arlequina) resolvem cometer um crime em uma exposição onde a máscara de vodoo (no filme é dito ser de Loki, uma divindade nórdica) jazia inofensivamente. Snucky, um mero ajudante secundário do bandidão, acaba utilizando a máscara e trazendo para a história o palhaço de rosto verde. 
Porém ao ver o poder que aquele simples rosto de madeira conferia ao portador Coringa vê a chance de aumentar seu poder (e insanidade) em proporções inimagináveis. Claro que como todo bom crossover outras figuras do universo dos personagens dão as caras e os maiores representantes desses são o próprio homem-morcego e o tenente Kellaway, mas também vemos Hera Venenosa, a força policial da cidade, etc.
Quadro pega-virjão =Pp
O início desse encontro nos quadrinhos é fraco e na primeira parte (toda a “saga” é dividida em quatro etapas) dá vontade de se desistir. Porém levando em consideração o que eu falei (leitura superficial e na esportiva, haha) você saberá tirar bom proveito das próximas três edições. Batman leva uma surra do Joker/Mask e fica fora do ar até praticamente a última edição. Portanto se você é um fã do morcego talvez ache um empecílho a mais para apontar críticas a obra. Porém na medida que a trama caminha (por mais que realmente não fosse necessário 4 partes e a presença da Hera só seja legal pelo corpo bem desenhado – ainda que no estilo cartoon – ou seja, enrolado pra caramba) você fica curioso para saber qual será o final do embate. A máscara é um ítem que por mais poderes dê para seu utilizador também torna a pessoa vulnerável a insanidade. Porém como vocês sabem o palhaço de Gotham não tem um pingo de sanidade…
Coringa você é louco mesmo. Explodir essas três tchuchucas…
Pra mim a parte bem bolada do roteiro foi saber dar risada de si própria e colocar elementos da própria cultura-pop que vão além do universo dos dois mundos, como por exemplo, a sátira de “Quem quer ser um milionário” (Show do Milhão” como é conhecido por aqui) e do Super-Homem e Batman do Futuro. Essa parte é bem engraçada e já faz valer essa bizarra leitura.

Coringa do Futuro, kkkkkkkkk. Que merda, mas eu ri. =Pp
No final claro que (não vou dar spoilers) as coisas tem que se resolver para que cada elemento retorne para seu universo. Gostei de ver que o tenente Kellaway que no desenho e no filme é um idiota completo nos quadrinhos é um cara taciturno e bem estratégico, tanto que até recebe um baita elogio do morcegão o que não é pouca merda. Ainda tem a última página que a menos que você seja um leitor antigo dos gibis do The Mask trará uma situação que explodirá sua cabeça. Inclusive é bom dizer que apesar dos traços infantis e do argumento non-sense a história apresenta uma boa carga de violência e até certo humor-negro como piadas com surdos e cegos.
Como sou contra spoilers ao invés do desfecho coloco essa surra do bumbum da Selina. Hmmmmm…
Então é isso, espero que vocês tenham gostado e espero que possa estar trazendo muitos estilos de quadrinhos diferentes para ver se desperto em você a fome pelos quadrinhos. Sério, existem tantos estilos e histórias que é impossível não se apegar. Tantos defendem os livros, mas creio que não exista essa conexão sem um intermediário. Pelo menos para mim não. 
Cuecões e paródias você vê aos montes por aqui.
Ah, quero ver se leio o encontro do Máscara com o Lobo. Se com o Coringa já foi insano, faça uma ideia do quanto vai ser pior…
Toma Rumo Guri!!

TRG Reviews: Cavaleiros do Zodíaco – A Lenda do Santuário

 

Você certamente já tem uma opinião formada sobre o filme que reconta uma das sagas principais dos cavaleiros de bronze mesmo que ainda não tenha ido ao cinema assisti-lo. Centenas de declarações de ódio tem abundado nos principais canais de comunicação e redes sociais e isso com certeza vai cortar as asas de um Pegasus e transformá-lo em um simples pangaré. Fãs enraivecidos tem rasgado suas revistinhas Herói com a Saori Kido na capa e atirado seus bonequinhos da Bandai (“Porque os verdaaaaadeiros cavaleiros do zodíaco são da Bandaaaaaai”) e estão gritando aos quatro ventos dos picos antigos que aquilo é tudo menos uma adaptação de Saint Seiya.

Foto dos clássicos para tirar o gosto ruim da boca…

Bom, primeiramente uma rápida contextualização: CDZ foi o primeiro anime (consciente do que era pelo menos) que eu assisti daquela leva que a Manchete traria na onda do sucesso dos santos de bronze. A febre foi tanta que a emissora da Bloch importou da terra do sol nascente várias “cópias” de armaduras como Samurai Warriors e Shurato. Demorou até que a rede percebesse que o segredo de Seiya e amigos não eram apenas um bando de armaduras caricatas, mas sim uma mensagem de amixade, determinação e porradaria com nexo. Disso veio Yuyu Hakushô. Eu lembro nitidamente que trocando de canal parei na Manchete ao ver um desenho onde um loiro de olhos gigantes lutava fazendo passos de ballet contra um sujeito bizarro com os olhos afundados. Era Hyoga de Cisne que ao aplicar o seu Pó de Diamante e vencer seu adversário usando uma boa dose de sua frieza e desdém habituais marcaria o início de uma paixão por um simples anime. Sim, comprei bonecos, tenho quase todas revistinhas já citada (Herói maldita com seus spoilers malditos) e discutia ferozmente que o meu personagem favorito, o pupilo de Kamus, não havia morrido para o vilão oriundo das profundezas de um vulcão da Ilha da Morte. No fim não morreu mesmo graças a um talismã dado por sua mãe, mas a história pára por aqui. Sem querer parecer hipster, mas acompanho os cavaleiros de bronze há muito tempo e acompanhei toda as sagas dos protegidos de Saori da Guerra Galática até Poseidon em um loop de repetições de pacotes de episódios que a Manchete comprava aos pouquinhos. Sim, Hades só veio depois, nem tinha sido produzido. No máximo um cdzinho com Pandora trocando um papo com Ikki.

Finalmente Seiya de 4 com sua armadura galopante

Por eu conhecer Cavaleiros muito bem e por ser um resenhista de filmes que posso falar com toda certeza: Não posso analisar esse filme. Cuma?! É, isso mesmo. Ao meu ver esse é um filme infantil. E não a nível de Toy Story, Procurando Nemo, Tá Chovendo Hamburguer, pois mesmo esses você poderia achar alguma coisa para se agarrar. Em A Lenda do Santuário (Que de Santuário ficou na lenda mesmo) pra mim exerce a mesma função de A Galinha Pintadinha. É uma animação rasa que é cheio de cores e luzes para deixar suas crianças olhando para a tela fixamente. E quando me refiro a infantil não suponho que você visualize nossa meninice quando assistiamos TV Manchete, mas sim infantes de 3, 4 anos mesmo. E levando por esse ponto de vista o filme é aceitável. Não é bom, é só um “ok” do tipo não é nem de longe a pior coisa já feita. É somente vazio. Roteiro, história, personagens, carisma… Tudo.

Saori ficava melhor com as tranças longas, huhu…

A animação e a modelagem (temos que falar visto que se apostou tanto nesse trunfo do 3D) são muito bonitas em algums partes, mas estranhei que em algumas outras os designers 3D parecem que ficaram na preguiça. A pele da Saori (principalmente a perna) e o casaco do Seiya são de uma textura incrível, mas daí você vê o rosto do Kamus e sente um certo desdém em manter a qualidade. Os gráficos misturam um semblante cartunesco com expressões e visual mais sério, acachapado. Logo no início o que se nota e poderia ter sido um desastre ainda maior foi o jeito totalmente tosco de corte de cenas e principalmente o efeito de luzes pirotécnicos. Queriam mostrar logo cedo ao que viriam, mas esse é um dos erros crassos ao brincar com CG que é achar que quanto mais efeitos, explosões e luzes piscando freneticamente melhor. Ledo engano.

Oi, Aldebaran meu nome é Sey… Alcancei o 7 sentido!!!

 Honestamente não há muito o que se falar do enredo da trama. Além da história das 12 casas ser mega conhecida (e batida o suficiente para não se mexer nela), há o fato de que não há tempo hábil para desenvolver nem 1/12 da saga original. Pode parecer exagero, mas nenhuma das casas de ouro foi desenvolvida com o mínimo de integridade. NENHUMA. Novamente parecem (as cenas) ter sido feitas para pessoas com um grau baixíssimo de rigor e altíssima aceitabilidade de tudo. Todas as lutas seguem essa fórmula: Mocinho fala que vai enfrentar o malfeitor. Vilão fala que mocinho não é páreo para ele por não ter o sétimo sentido desperto, inimigo acerta um único golpe em mocinho e esse mesmo (mocinho!!!) revida com um golpe mortal vindo do alto do desespero dessas duas frases trocadas ao acaso. Sério, é frustrante sequer imaginar que achariam mesmo que alguém aceitaria esse nível de desenvolvimento porco. E acho estranho mesmo se concebido para crianças, pois o Japão não costuma facilitar nem mesmo pra elas.

Seiya dando a dica da faixa etária do filme

Todos os personagens são mal desenvolvidos com exceção do Pocotó de Pegasus. Os outros bronzeados não tem personalidade nenhuma e o Ikki vira algoz de personagem secundário como o figurante número 7 que acerta sabe se lá o que no peito de Saori. Hyoga, Shun e Shiryu são escada pro viadinho do Seiya. Saori em tese aparece até mais que o percursor das camisetas vermelhas para líderes, mas é tão cheia de gritinhos, amuadices e mimimis que chega a ser chata. Não se sabe se ela é determinada ou bundona até o final. Seiya brilha se comparado aos outros, mas isso não é mérito algum. Os cavaleiros dourados são o ponto fraco de algo que já não é lá essas coisas. Além de personagens desvirtuados como uma mulher na casa de Escorpião, Afrodite que ninguém sabe nem como é sua voz e um Máscara da Morte que é a síntese de meu argumento já que ele encena, sapateia e, sim meu amigo, ELE CANTA! Tudo típico de uma corruptela da Disney. Muito mal feito e embaraçoso. O engraçado é que tinha bastante adultos e de casalzinhos na sessão.

Touro e Mu. Sacaram a ironia bovinal? =Pp

No fim das contas acho que todo mundo levou na piada tudo e apesar de pouca risada ser audível era nítido o risinho forçado do tipo “ah eles optaram em fazer assim então. Interessante!”, porém com certeza todos estavam um pouco envergonhados de terem sido pegos em um filme com a classificação etária errada para eles. Ah, como eu dizia dos cavaleiros de ouro eles iam sendo embolados uns com os outros Shaka indo na casa de leão, Mu na de touro, a garota-escorpiã sendo anfitriã de Shura de Capricórnio fazendo ter muito personagem para pouca função. Saga me lembrou o último episódio de Changemans onde o vilão Gozma era um planeta, kkkkkkk. Dica: Se puder corra do cinema gritando bem alto ao tapar os ouvidos na parte do Colossus, kkkkk.

Esse é o calaleiro de Pegasus. Acho…

Nem discutirei o design das armaduras, visto que é a última coisa que valeria ser abordada depois de tudo isso. Apesar de não serem esteticamente bonitas, pelo menos acaba com o argumento de que as tiaras das donzelas de Athena não protegeriam nada. O problema é que é difícil saber quem é quem.
Sinceramente se não soubessemos que eram os ícones de nossa infância e fosse vendido como um filme qualquer o valor sentimental desse filme seria zero. Não há empatia, não há nenhuma emoção, não há diversão franca. O que sustentou suportarmos a tortura de assistir um filme para crianças (de 1h30min, pequeno para os padrões de hoje em dia) pequenas foi o fato de completarmos as lacunas com nosso know how de CDZ e com certeza de muitas vozes originais dubladas por esses talentosos artistas tupiniquim. Nosso Saga deve estar com uns 80 anos, mas sua voz ainda é firme e vigorosa e o Seiya, Ikki, Shiryu e o Hyoga  mantem a qualidade do anime mesmo o timbre valendo mais que a própria animação.

Comédia estilo Zorra. Difícil rir assim. Saori pagando de Bulma, mas sem os peitões. =Pp

Poderia falar ainda muito mais, mas acho desperdício. Como disse antes não é o pior filme do mundo (ainda mais falando de animações 3D que tirando a Pixar, DreamWorks e a ESMA não costumam dar importância relevante para o argumento da trama) e se fosse um filme de sessão da tarde você iria assistir por curiosidade com seu sobrinho com capacidade inteligível baixa e daria risada de quão tosco é a produção. Só que ao mesmo tempo é um filme confuso e talvez beirando a violência o que não seria adequado para eles. Talvez como disse seria ideal para criaturas que se entretém com luzes e brilho do monitor. Talvez um cachorro. Nem, seria maldade com o melhor amigo do homem, huhu…
Tá, se você não gosta de Saint Seiya porque não acontece nada e os personagens são paradões ou por qualquer outro motivo não assista a esse filme. Se você é fã confesso vá ver com a simples curiosidade de ver o que essa geração vai herdar deles. Mas vá sozinho, compre um combo gigante de pipoca e Coca-Cola e não vá em um fim de semana. Não torre um finde para isso. Pegue uma quarta, sei lá eu. E leve na esportiva que aí talvez saia uma experiência tranquila. Uma pena, tão dominantes do sétimo sentido e não chegaram nem perto de aprender a dominar a sétima arte.

Seiya tá puto com a crítica…

Ps. O cosmo virou o sexto sentido. Puta que pariu, intuição = cosmo.

Toma Rumo Guri!!

Próteses baseadas em Heróis dos Quadrinhos

 Enquanto à noite nos recostamos no aconchego de nossas camas  tomando um chá quente e folheando nosso gibi antigo de Heróis da TV nº 50 (Lembra desse? Tinha a Sonja na capa com muita pele a mostra =Pp) vendo heróis como o Homem de Ferro salvando o mundo e imaginando que aquilo é apenas ficção pessoas quase anônimas fazem um trabalho tão fantástico quanto o que o Toninho faz nos laboratórios Stark, com exceção é claro de um reator nuclear diminuto, huhu. Porém o resultado é algo que irradia muito mais do a transformação de hidrogênio em hélio: O sorriso de uma criança.

Uma galera inteligente pra caramba (Tanto em conhecimento quanto em finalidade) se juntou com o objetivo de ajudar crianças com alguns casos graves de distrofia ou mesmo perda da mão ou antebraço e para deixar a coisa mais divertida criaram próteses com design inspirado em histórias em quadrinhos (Como Wolverine e Iron-man) e fantasias high-tech em geral. 
São braços mecânicos que mesmo temáticos são totalmente funcionais devolvendo a essas crianças o poder lúdico de levantar uma espada, jogar uma granada ou mesmo uma tarefa simples de erguer um copo. Não é demais?
O mais legal é que essas próteses são modeladas e projetadas por impressoras 3D o qual há algum tempo tem se falado muito na área da tecnologia e agora estamos colhendo os primeiros frutos. 
E um dos integrantes desse bonito trabalho é um brasileiro, Marcelo Botelho que é engenheiro mecânico e um ninja na arte da impressão 3D.  

Esse é um post um tanto quanto diferente, mas espero que mais pra frente voltemos a falar sobre ele. Pois é um projeto que envolve Quadrinhos, robótica (Sim, tem programação), automação e solidariedade. E como diria Eek, the cat: “Ajudar não dói”.

Você pode ajudar e saber mais desse projeto em: http://enablingthefuture.org/

Segue a imagem da HdT nº 50:

Toma Rumo Guri!!

Divulgado data oficial do filme do Doutor Estranho

Mais uma conjectura que se vai. Com a previsão de ser filmado em meados de maio de 2015 o filme do Doutor Estranho ganha as telas no dia 08 julho de 2016. Ainda que pequenos detalhes sem importância nenhuma (como o ator que dará vida ao mago, já que Joaquin Phoenix não fechou negócio ainda =Pp) estejam em negociações um pré-roteiro aponta Dormammu como o grande inimigo da trama, segundo Scott Derrickson que está reunido com o time de roteiristas dos filmes da Marvel. Porém tudo ainda está muito no início e muitas mudanças podem acontecer. Apesar de já esperado pelos fãs e jornalistas, mais um espaço da lacuna desse quebra-cabeça que culminará (em um primeiro momento, já que após eles deverão se reinventar) em Vingadores 3. Um desses campos é certeiramente pertencente ao dono do Mjölnir, mas ainda é muito cedo para pensar em Asgard. Stephen Strange foi criado há mais de meio século pelos velhos batutas Lee/Dikto e será responsável por implantar o elemento mágico no universo cinematográfico da Marvel. Embora, seja essencial para essa afirmação ser verdadeira descobrirmos a origem que Wanda ganhará em Avengers 2. Seja como for e levando em conta a origem da personagem será um baita enredo misturando magia e ciência. Agora é aguardar.


As datas ainda em aberto:


Doutor Estranho =>  08/07

2017
 Indefinido—  05/05
Indefinido —  03/11
2018
Indefinido — 04/05
Indefinido — 06/06
Indefinido — 02/11
2019
Indefinido — 03/05

E aí, o que vocês esperam do filme do Doctor Strange? Será que a Marvel finalmente vai errar? =Pp


Toma Rumo Guri!!


Leitura Nerd: Thanos em Busca de Poder (Parte 1 e 2)

Talvez você não saiba quem é Thanos. Talvez você ache que ele é um vilão criado exclusivamente para o cinema. Talvez você ache que ele é uma cópia do Darkseid (Bom, isso ele é, kkkk.), talvez até você ache que Os Vingadores venceriam ele de boa. Bem, você realmente precisa ler mais quadrinhos. Huhu…

Apesar dessa cena esdrúxula onde Thanos é preso por um guarda comedor de rosquinha e vai para uma cadeia comum onde terá todo o cuidado do mundo para pegar uma de suas gemas se ela cair no banho… Na realidade da Marvel as coisas não funcionam bem por aí. Um nome: Jim Starlin. Esse filho da mãe não só engrandeceu o titã mais maníaco do universo como criou um pano de fundo cósmico incrível para as histórias da Marvel. Inclusive se você gostou de Guardiões da Galáxia saiba que tem um pouco do dedo dele na história. Além de Thanos Gamora e Drax são criações suas. Aliás, seria desmeritoso (essa palavra nem existe, pô!) usar apenas esses três para tentar dimensionar a importância do Jim para a Marvel. Enfim, como muitos não conhecem, e os que conhecem com certeza vão apreciar a resenha, resolvi trazer uma série de histórias de uma das sagas nais divertidas da editora, essa na qual atualmente o Universo Cinematográfico da Marvel tem embasado seu plot: As Jóias do Infinito. Eu durante toda terça vou esmiuçar todas as partes desse quebra-cabeça cósmico que envolvem uma pá de heróis, na maioria eles só ficam batendo boca e não resolvem nada sendo que os papeis principais sobram mesmo para figuras como Warlock, Magus, Galactus (Também só na politicagem, digamos), Anciões, algumas entidades esquisitérrimas e Thanos. Sim, voltamos a falar dele.

Antes uma explicação. Apesar desse puxa-saquismo todo o foco dessas edições não é falar do gigante roxo, mas sim da trama que envolve as Jóias do Poder. Tanto que deixei de fora a história de Thanos utilizando o Cubo Cósmico (Tesseract, lembra?) por não fazer parte da história das gemas. Maaaas, posso fazer a resenha dessa história se acharem interessante, visto que não deixa se completar todo o caminho trilhado por Thanos para ser um dos picas das galáxias. Bom, vamos lá…

Thanos em Busca do Poder (1 e 2) é o pontapé inicial para a trama das gemas do poder. Ainda sem a presença da Manopla que utilizaria cada uma das poderosas pedras a criatura nascida na principal lua de Saturno é ressucitado por sua inalcançável  paixão, a Morte. Sim, a entidade Morte em carne e osso. Quer dizer, mais osso, bem mais osso. Voltando a vida agora com uma turbinada por parte de sua musa Thanos está com muita mais sede de poder. Ele quer poder reinar ao lado da Morte e por isso cresce o olho para cima dos 6 artefatos mais valiosos (e poderosos) do universo inteiro (não é pouca coisa): As gemas espirituais. Aliás, a própria criatura resolve trocar seus nomes para Jóas do Infinito uma vez que apenas uma das pedras controla o espírito. Temos nessas duas partes desse gibi a explicação da origem das tais jóias. Uma Entidade Máxima (utilizo esse termo máximo porque existem no universo da Marvel trocentas criaturas com poderes divinos – como Thor, Odin, Zeus, até o próprio Thanos tem seu pé lá no terreiro divinal, embora todos esses sejam criaturas fracas comparados com entidades superiores comoo Tribunal Vivo, por exemplo) governava e reinava com seu poder descomunal, porém nem mesmo essa colossal criatura viveria para sempre e cansado de tudo deixou de existir, só que como o próprio Thanos menciona no gibi é impossível tanto poder simplesmente desaparecer e os fragmentos desse poderoso ser deu origem a tais pedras de poder. Cada qual controlando um “elemento” distinto. Vamos lá: Mente, Poder, Realidade, Tempo, Alma e Espaço. Ao agrupar todas elas sobre um mesmo domínio ela daria poderes ilimitados a quem as tivessem. E contemplando esse conhecimento ) desconhecido na totalidade até mesmo para os Anciões -entidades intermediárias como o Odin, rsrs) através do Poço do Infinito Thanos sabia de apenas uma coisa: Precisava se apoderar delas. E convenceu seu chuchu de carne pútrida, dona Morte, a lhe deixar percorrer o universo atrás das ditas pedrinhas (referir as jóias como pedras me parece uma analogia a drogas, huahaua.)

Nessas duas partes de uma história que é impossível de ser dividida como trama vemos Thanos ludibriando um a um dos portadores atuais das Jóias (elas necessitam ficar separadas, mesmo assim sozinhas elas tem um poder muito grande). Algumas das tramóias do amante da morte são sem noção alguma, mas outras são batalhas mais intelectuais do que físicas (já mostrando o bom estrategista que Thanos é), como por exemplo a luta com o Campeão (nome ridículo, eu sei). Inclusive um dos portadores de uma determinada Jóia é outra personagem conhecida atualmente pelo cinema, o Colecionador.

Toda a coleta até Thanos juntar todas as gemas sob seu poder lembra muito a caçada das dragonballs onde cada uma delas exige um desafio a ser cumprido. Essa temática de juntar artefatos é muito corriqueira (Inuyasha, Saga de Asgard dos CDZ, Senhor dos Anéis), mas sempre que bem trabalhada é muito boa. No final, um pequeno spoiler que em nada desmerece todo o argumento e nem inviabiliza o prazer dessa leitura, o titã mostra seu lado mais terno ao perceber que nem mesmo todo o poder do universo lhe trouxe o amor de sua dama nefasta. Vale muito a pena essa cena e estou me coçando para não contar, nem por uma imagem… Ahhhhhhh… Tá, o Thanos CHORA!

Eu falei que a história não é focada no Thanos (embora essa resenha seja Thanos isso, Thanos aquilo…), mas nesse começo da saga a história é totalmente voltada no gigante roxo. Tanto que acompanha somente seu ponto de vista e é narrada pelo próprio. Porém mais para frente as personagens serão tantas que você vai até se perder. Emborao Thanos vai fazer algumas coisas que é difícil perder o centro das atenções… Até a próxima!

Toma Rumo Guri!!


ps. Se você quer ver a tal cena de fraqueza do titã… Clique em ver mais… =Pp



Marvel divulga a sinopse oficial de Avengers 2

Nada é tão novo graças ao burburinho da internet. Sempre há nesse mundo digital uma galera pra fuçar, instigar, descobrir ou até mesmo inventar. Fato é que o argumento de Avengers 2 é já familiar da moçadinha. Mesmo assim a Marvel lançou a sinopse oficial do filme e ajuda as tias gordas donas de blogs nerds da web a fechar pelo menos uma coluna da sua cartelinha de bingo de apostas. Se liga aí como a Casa das Idéias anuncia a sua matinê:

Marvel Studios presents Avengers: Age of Ultron, the epic follow-up to the biggest Super Hero movie of all time. When Tony Stark tries to jumpstart a dormant peacekeeping program, things go awry and Earth’s Mightiest Heroes, including Iron Man, Captain America, Thor, The Incredible Hulk, Black Widow and Hawkeye, are put to the ultimate test as the fate of the planet hangs in the balance. As the villainous Ultron emerges, it is up to The Avengers to stop him from enacting his terrible plans, and soon uneasy alliances and unexpected action pave the way for an epic and unique global adventure.Marvel’s Avengers: Age of Ultron stars Robert Downey Jr., who returns as Iron Man, along with Chris Evans as Captain America, Chris Hemsworth as Thor and Mark Ruffalo as The Hulk. Together with Scarlett Johansson as Black Widow and Jeremy Renner as Hawkeye, and with the additional support of Samuel L. Jackson as Nick Fury and Cobie Smulders as Agent Maria Hill, the team must reassemble to defeat James Spader as Ultron, a terrifying technological villain hell – bent on human extinction. Along the way, they confront two mysterious and powerful newcomers, Wanda Maximoff, played by Elizabeth Olsen, and Pietro Maximoff, played by Aaron Taylor-Johnson, and meet an old friend in a new form when Paul Bettany becomes Vision.

O estúdio dá então o aval de que será sim o Tony “fodão” Stark que irá criar a máquina de destruição chamada Ultron. O sintozóide será uma tentativa de pacificação mundial que não dará certo e se virará contra seu criador. Também dá a deixa que os Vingadores serão postos à prova, provavelmente assim como no primeiro filme sairam como heróis e esperança para o povo talvem passem a serem vistos como ameaça e isso poderia invocar para a terceira fase da Marvel uma batelada na tecla de registro de heróis. E aí, você já sabe meu amigo, huhu.
Outra coisa interessante é a menção do reencontro com um velho amigo em uma nova forma. Sim, o Jarvis ganhando corpo na pele do robô mais querido da Marvel (pelo menos pra Wanda). Isso descartaria boatos de que o Visão seria uma das crias da própria IA do Ultron? Ou talvez a máquina mortífera apenas dê um corpo para o mordomo de Stark. Perguntas, meus amigos, perguntas. Ah, também menciona que Wanda e Pietro serão inicialmente inimigos e com um passado misterioso. Já sabíamos que não poderiam ser mutantes, mas será que o estúdio vai fugir do assunto? 
Enfim, não to nem aí pros 2 já que a Feiticeira Escarlate não é mais peitudona, haha. Guardem suas notinhas para 2015, o filme vai ser no mínimo melhor que Cavaleiros do Zodíaco 3D digno do valor do IMAX.

Toma Rumo Guri!!