TRG Disseca Lost – Parte III

E aí, como tamos? Pessoal, o ano finalmente começou (Carnéia se foi, e na Carnéia não se faz guerra…) e com isso eu lembro que março está próximo e com isso as postagens de verão cessarão. Tranquilizo-vos que terminarei a análise apurada desse seriado durante o tempo que for incluindo aí adentrar o ano nas nossas colunas anuais. Espero que estejam gostando, pois essa série foi um marco para o mundo nerd. Enfim, tenho que agilizar esse guia pela ilha porque estou avançando nos episódios mais rápido que os analiso. Enfim, previously in Lost…

1×07 – Moth
Locke começa a tomar gosto pelo respeito do grupo e começa a dar sermão em todos que pode, junte aí Charlie. O careca mais misterioso da TV depois do Kojac arma uma lição para o garoto da banda de um hit só incentivando-lhe a abandonar as drogas por sua própria força de vontade. Sayid continua sua busca por localizar o sinal da mulher misteriosa.

1×08 -Confidence Man 
Mais um episódio dos bons. Todos que geram conflitos entre os principais “mocinhos” geram tendencia a escolhermos nossos lados e nossos próprios heróis. Shanon tem uma crise de asma e todos apontam o dedo indicador para o bandido por voto popular, Sawyer. Interessante que na verdade ele não tinha roubado o que Jack procurava, mas só sossegou depois de Saiyd torturá-lo (sentindo-se mal depois a ponto de se auto-banir da presença dos amigos) e de ganhar um beijo da Kate, no seu melhor estilo cafa, é claro. No seu expurgo o iraquiano resolve explorar a ilha. Detalhe que o Sawyer começa a ter seu lado humano explorado desde aqui fazendo dele um dos personagens mais queridos da trama. Meu, inclusive
.

1×09 – Solitary
Sayid finalmente acha a mulher cuja transmissão repete-se por 15 anos a fio e ela parece, bem, louca… Isso foi o mais importante do episódio, o resto é a respeito de um campo de… Golfe!?

1×10 – Raised by Another
A casa caiu. Os Outros são reais. Estão manifestados na figura de Ethan, um homem que não estava na viagem de Sidney para Los Angeles, como Hurley muito bem descobriu através de seu censo.Ele se mostra um cara duro de abater e traz um clima tenso para o seriado roubando o bebê da Claire. Se todos Os Outros fossem como esse cara começa se mostrando ser a trupe de Jack teria muitos problemas mesmo tendo até soldados treinados como Sayid a seu lado. E isso faz a série esquentar que é correr pra ver o próximo episódio…

1×11 – All the Best Cowboys Have Daddy Issues
Charlie e Claire são sequestrados e Jack fica possesso como sempre… Mas ele leva a senhora surra de sua vida. Como disse antes alguns dos The Others são muito bem treinados. Ele avisa Jack que iria matar uma pessoa a cada tanto tempo se continuassem lhe perseguindo… Bem, ele é mesmo um homem de palavra…

1×12 – Whatever the Case May Be
Charlie é resgatado com vida, no episódio anterior ainda, e está carregando um mundo de culpas. Enquanto isso Kate e Sawyer se divertem em um riacho e acabam encontrando uma maleta que Kate parece ter muito interesse. No final das contas tinham quatro pistolas e um aviãozinho de brinquedo… WTF!!

1×13 – Hearts and Minds 
Esse é um episódio meio chato, Boone começa a questionar seu guru Locke sobre a escotilha – Ah, é, esqueci de comentar. Acharam uma escotilha no meio da selva e que terá toda uma importância para o enredo… – e que os habitantes da ilha começam a desconfiar deles. Bem, John começa a se mostrar um cara de duas caras na minha opinião…

Bem, eras isso por hoje. Eu quero dar uma acelerada no Guia de Lost para chegar logo a 2ª temporada que é a que estou assistindo novamente e que é onde os mistérios tomam o nível mothafuck total. Então aguardem que se eu puder haverá ainda mais 2 atualizações dessa coluna ainda essa semana. Beijo tia.

Toma Rumo Guri!!

TRG disseca LOST – Parte II

Opa. Estamos perdidos, mas o TRG está em pplaca de neon, hã? Entendeu? u.u
Sem perder tempo vamos a um resuminho da semana. Detalhe, o importante é comentar dos mistérios então vou pincelar e no próximo post já tentar comoçar a varrer as conjecturas de uma maneira mais dinâmica, certo? Okay…

1×03 – Tabula Rasa
Episódio baseado na queridinha Kate (dizem que Evangeline é um pé na sacoleta na vida real). O agente que estava com ela está indo dessa para uma melhor e enquanto o Jack médico fodão está tentando curá-lo (coisa impossível, há fuselagem dentro do seu organismo…) a verdade da Sardenta vai vindo a tona e não é nada bonita, diferente de sua face. Nesse episódio os flashbacks começam a ganhar mais força e ficam mais rebuscados. O FB de Kate mostra ela em fuga por Sidney e quando trabalha para um senhor bondoso, mais interesseiro acaba sendo traída e capturada. Sayid e os outros retornam com a notícia que há um rádio-transmissor na ilha (que eles encontraram transmitindo uma mensagem em loop por 15 anos). Sawyer começa a ficar mais e mais folgado se tornando um parasita aos olhos dos sobreviventes e do próprio público. Ah, e Michael vê os peitinhos da Sun. Parece pouco, mas rapaz, ele logo vai pagar por isso inconscientemente. Saywer se aproxima mais de Kate, embora não ganhe empatia nenhuma. Locke começa a ganhar a atenção sendo um cara no mínimo exótico; Sawyer e Sayid mostram-se dispostos a não serem inimigos, o que pro conceito de série em geral é ótimo.

1×04 – Walkabout
Locke aqui.  A atenção do episódio é pro careca mais controverso das telinhas. Um javali selvagem invade o acampamento (puxa, qualquer coisa é motivo para desespero dessa galera, huhu…) e então o homem de fé é incubido de ser o Hunter (caçador, dããã…) do grupo. E não é pra menos, ele é um maluco armado e que se sente um só com a Ilha. Preste atenção nesse cara que ele desde aí começa a ver a Ilha como uma entidade. Sayid está encafifado com a transmissão e continua armando algumas engenhocas e planeja subir a montanha e descer a colina para captar mais sinais. Sawyer continua sacaneando a todos, ou não, ele só quer cuidar de seus próprios interesses, como qualquer um faria numa terra selvagem e bem, foi assim que ele aprendeu. Locke em seu FB é mostrado como um Gerente de Gerenciamento de Caixas, sim existe isso, e a intenção é mostrá-lo como um estrategista em sua mente (jogos de tabuleiro), mas que até ele chegar a ilha ele não andava.Sim, era paraplégico. E alguma coisa na Ilha o fez andar novamente. Saiyd verifica o rosto de uma mulher em uma foto com uma certa ternura. Esse episódio deixa uma curiosidade sem resposta: Teria John Locke visto o Monstro da Ilha cara a cara? E o que houve? O episódio termina dizendo que na Ilha tudo pode acontecer, até um careca aleijado (sem depreciação) virar um caçador foda e o outro lado da liderança. Uma nova chance, sim…

1×05 – White Rabbit
Jack de novo? OMG. Jack deixa alguém se afogar e caí na fossa. E aí é merda pra tudo que é lado. Vê seu pai na água de terninho Armani e é tido como louco pela Kate e os outros. Corre pelo mato que nem um javali com título de doutorado. Enfim, Jack em seu FB encontra seu pai morto, ou seja, como poderia ver ele pela Ilha? Seria uma perturbação por falta de sono e proteína no cérebro? Ou só um efeito colateral de Party of Five? Bem, o caixão está vazio. E ele encontra um lugar na floresta onde tem uma fonte com água potável e sombra, um refúgio nas cavernas. Cria-se aí o lado A e o B.

 1×06 – House of the rising sun 
Campeões não usam drogas. Charlie faltou a essa lição. Esse episódio pega fogo, mas não começa por ele. Kim enche a cara de Michael de bolacha (falei que ia pagar pelas peitolas) e depois de quase matar o único das cotas do seriado, além do filho, o grupo resolve prender o coreano até que se entendam porque atacou deliberadamente o pai de Walt.  O pessoal explora a caverna para ver se é segura, enquanto isso Locke descobre que o baixista da Drive Shift, Charlie, se droga mais que a Vanusa em véspera de jogo. Tem uma ceninha sem importância de Kate e Jack desnudando-se para fugir de abelhas e o FB chato de Sun e Kim. Ele vira um matador profissional da Yakuza ou algo que o valha para ficar com a coreaninha jeitosinha, afinal o pai dela que é o God Father. Michael descobre o mal entendido e banca o Jack Nicholson em o Iluminado libertando Kim com um machado. É um final de episódio bonito, Sun resolve não fugir de seu marido (destino) no FB dela, Charlie é testado por John a aguentar a pressão e Michael mostra pro Olho Puxado-San que não roubou nenhum relógio.  A flor que Sun ganha é um gesto bonito de redenção. Toca (o que é? Johnny Cash? Mas parece…). Rola um Boa Noite Vizinhança onde todos confraternizam na beira da fogueira. Bem bonito. Boa noite dona Clotilde, dorme com Deus Sr, Barriga…

Bom, é isso… Até a próxima, Namastê e…

TOMA RUMO GURI!!

TRG disseca LOST – Parte I


 Olá, aventureiros. Bem vindos a nova coluna do TRG. Até
poderia dizer que agradeço por estarem lendo esse post, mas se você está aqui é
porque a Ilha LHE QUER por aqui. Sim, vamos falar de uma das melhores séries
dos anos 00: LOST.
Cabe aqui uma explicação: Na época que passou Lost eu
acompanhava freneticamente cada novo mistério, mas ainda não tinha a manha de
escrever sobre esse seriado, pois inicialmente comecei vendo pela Globo, e quem
lembra da época, era uma temporada por verão. Demorou pra cair a ficha que a
rede do Plinplin não dá a mínima pra enlatados americanos e ano após ano foi
empurrando com a barriga (gorda do Jô Soares) esse programa para mais perto do
amanhecer até sumir pra sempre da TV aberta. Minha net não era das melhores e
por isso me limitava, quando peguei a manha de ver pela internet – 3ª temp. em
diante – a acompanhar o que sites de séries como o Na TV falavam a respeito.
Nossa, como eu devorava esses artigos.
Pois bem, vira e mexe eu e a @bezer_rinha resolvemos pegar
nosso Delorean e embarcar em nossas memórias assistindo novamente esse cult
para matar a saudade dos habitantes da ilha mais misteriosa do mundo.
Viajaremos por todas as temporadas e lhes contarei um segredo, mas só no final.
E aproveitarei nessa programação de verão para poder comentar do meu ponto de
vista tudo que achei desse seriado fenômeno de audiência e de reclamações pelos
flashbacks e enrolações do caralho do Zorro. Pois bem, conto com a companhia de
vocês para embarcarem nessa viagem. Ei, entrem comigo no Boing da Oceanic Airlines
815…
PILOT (Parte 1 e 2)
Na Globo eu vi como um único e grande episódio e de fato não
tem como não encará-lo assim. O que correu em boca miúda e muito se falou na
época é que esse pontapé inicial no projeto quase levou a outro pontapé: O na
bunda do J.J. Abrams. Para um episódio piloto a brincadeira saiu cara, 1 milhão
de Reais, em maior parte pela carcaça de um avião de verdade. Ele não gostava
muito de fundo verde vazado pelo jeito…
Isso tudo, porém, é balela. Ele foi chamado de volta e nos
apresentou uma das melhores séries de todos os tempos, arriscaria a dizer que
do gênero a melhor. E o que fazia de Lost um negócio tão legal? Ah, até poderia
dizer assim de supetão, mas analisando episódio por episódio poderemos tentar
ilustrar melhor.
O olho de Jack piscando. Não, não deixem se levar pelo pior,
não é um gesto homoafetivo do personagem principal. É só o início da saga
mostrando que do nada o médico percebe que ele e uma galera estão em uma ilha e
que está tudo muito errado por ali, pessoas precisando dele urgentemente,
precisando do seu cuidado, do seu carisma e de sua LIDERANÇA. Fica na cara que
ele era o personagem principal, embora a ideia fosse aderir a um conceito de
múltiplos personagens, mas como veremos alguns personagens sempre seriam mais
queridos pelas suas personalidades e tomariam conta de tudo. Enfim, Jack está
ali como o médico, profissional que todos admiram e querem perto de si, e
assume um papel de pai de todos, com a grande exceção de Kate que fica claro
que ele gostaria de transformar na grande mãe, virar o gineco particular dela
se é que vocês me entendem. Falando nisso, Jack é especialista em tudo como vocês
verão… De pediatra a cirurgião.
Os personagens acabam descobrindo que há algo de muito
errado com a ilha e que uma sensação de que talvez não sejam resgatados tão
cedo está no ar de uma forma muito palpável. A galera se divide e ajudam uns
aos outros como podem, com exceção de uns FDP, como Sawyer. E aí entra outro
personagem – Inclusive nesse episódio ainda estava com os cabelos bem curtinhos
pela defasagem de tempo de um episódio ao outro… – que fará parte do grande
tripé amoroso da série. Detalhe, não confunda com os pilares da história que aí
entram mais gente e inclusive o Jack muitas vezes é arrastado pra fora disso…
Jack, Katie e Sawyer. Não dá pra ver ainda no que isso iria
dar, mas aqui começam as investidas. O episódio começa jogando muitas
informações e outros personagens vão soltando suas vozes. Hurley com suas
piadas e sua bondade, Charlie com sua luta contra as drogas, Boone com seu bom
mocismo, enfim… Vão aos poucos sendo explorados.
Gostaria de salientar aqui duas coisas:
11 –
John Locke nesses 2 episódios passa batido e até
beira ao imbecil. Não sei se o roteirista ainda não sabia muito bem o que fazer
com ele, mas ele cresceu a ponto de no futuro próximo se tornar o outro lado da
moeda onde Jack é o racional e ele representa a fé cega.
 2 –   
Sayid, Sawyer, Kate e Jack – Mais tarde se
juntaria Locke… na 1ª temp., refiro-me– são juntos o coração pulsante da série,
as melhores cenas sempre serão deles enquanto outros personagens amargarão um “coadjuvantismo”
apático com raros momentos para chamar de seu. Logo nesse início a briga de
Sawyer e Sayid (Um trambiqueiro e um soldado de guerra especialista Iraquiano)
chama muito a atenção, alias o James só consegue se manter em igualdade porque
joga sujo arremessando areia no olho do adversário. Rola um clima legal de desconfiança
que dá um tom de competição acirrada muito legal.
É algo aliás a ser grifado: A gente em Lost se identifica
com os fodões e torce para que os mais marrentos e fortes sejam os que
sobrevivam em decorrência de que personagens fracos tenham que morrer. Enfim,
nesse episódio somos apresentados há muitas coisas como ursos polares, monstro invisível
da floresta e muitos outros mistérios que serão o êxito e ruína de Lost.
Bem, desses dois episódios o que tinha pra comentar era
isso. O seriado começou com muita adrenalina e teria sido muito melhor se toda
enrolação de flashback houvesse sido cortado, principalmente daqueles
personagens horríveis para caramba.
Espero nos próximos episódios só pincelar e não ser tão
prolixo como fui aqui. Enfim, quero poder debater com vocês sobre esse seriado
que marcou época. Até mais e Namaste…
Toma Rumo Guri!!

Lost for u!

Perdidinho por você, amor! Acho que foi essa a idéia da pessoa que fez os cartõezinhos que você verá a seguir. São cartões do Dia de São Valentim que na época circulou pelos principais jornais americanos estampando desenhos dos personagens do seriado Lost fazendo uma referência à paixão. O mais legal é que uma percentagem das vendas foi para a recuperação do Haiti.

                      Não me diga o que não posso fazer…                                             Cara!!
                         Com meu AMOR por você!                                                   Eu amo você!

                   Você entrou com o creme de amendoim                                        Outros! Outros…
                                 Eu trouxe o leite                                                    Não se comparam com você!

                                        Ei, docinho…                                                           Eu penso em você,
                            Você realmente sabe como                                                 numa CONSTANTE
                        APERTAR O BOTÃO CERTO
Eu roubei dinheiro, remédios, bebidas, armas e pornô.
Mas você roubou meu coração, seu filho da p*%$.
Então o que está esperando para imprimir e mandar para sua garota? Ah, eu sei que já passou o dia dos namoradas, mas você pode dizer que se perdeu nas datas.
Toma Rumo Guri!!